O Azincourt


Boa noite, pessoas. Aqui é o Thiago, irmão da Gabi. Esta é a minha primeira resenha, ever. Não só aqui no Blog.
Para começar, eu escolhi esse livro porque foi um dos últimos que eu li, e é do meu autor preferido Bernard Cornwell.


O Azincourt conta a história de um arqueiro chamado Nicholas Hook, que me faz lembrar muito do Nick de Hookton do série "A Busca do Santo Graal".

O livro se passa no começo do século XV. Nick é um homem da família Hook, que tem uma rixa com a família Perril. Hook Acredita ter uma maldição que somente pode ser quebrada se os Perril morrerem. Tendo isto em mente, ele decide assassinar Tom Perril, que estava coincidentemente longe da aldeia e sozinho. Quando tenta assassiná-lo, sua "maldição" se faz presente. E ao lançar a flecha em direção ao coração de sua vítima, a pena de ganso se desprende da flecha, fazendo com que esta perca a direção, errando Tom e acertando de raspão o cavalo.
Após esta tentativa de assassinato, os dois foram levados à presença de Lorde Slayton, o senhor de ambos os arqueiros. São feitas perguntas a Hook, mas não há como provar sua culpa. Vendo a rixa das duas famílias, Slayton decreta que se um dos dois morrer o outro será enforcado, tendo sido por culpa deste ou não.
Slayton envia seus arqueiros para Londres, a mando do rei, para conter uma rebelião de Lolardos (lolardos são cristãos que discordam quanto à opinião da igreja católica sobre a hóstia). São enviados 8 arqueiros, entre eles estão Nicholas e Michael Hook, Tom e Robert Perril.
Em Londres os Arqueiros são designados a montar as fogueiras e as forcas para matar os lolardos. Quando tudo está pronto e os que seriam mortos estão no patio esperando a morte, Hook encontra uma velho arqueiro que iria morrer. O velho não pede para que ele o salve, pede apenas para que ele salve sua neta, que não passava de uma moça. Sensibilizado pela compaixão que um arqueiro sente por outro, Hook decide tentar ajudar a garota. Sir Martin, que era o padre encarregado de enviar as almas dos lolardos ao inferno, vê a garota e decide possuí-la e a leva para o estábulo.
Hook vai ao estábulo para tentar ajudá-la e neste momento, o que se acredita ser Deus, fala para Nick em sua cabeça para salvá-la. Então quando Sir Martin tenta agarrar a garota, Nick o agride no estômago. Entretanto, Nick não consegue salvá-la por causa dos irmãos Perril que obedeciam o Sir Martin.
Como não podia agredir um padre, ainda mais um de grau tão elevado, o castigo seria morte por enforcamento, mas Sir Edward, que era amigo de Hook, diz que quem decidiria se ele morreria era Lorde Slayton. Edward, para não deixar seu amigo morrer, o diz como fugir da cidade. A partir deste momento, Nicholas Hook vira um Foragido.
Como um fora-da-lei, Nick acaba entrando para o exército de Sir John Cornewaille, em que se torna verdadeiramente um guerreiro, aprendendo a usar armas sem ser o arco, que se torna inútil numa briga corpo-a-corpo.
Fazendo parte da tropa de Sir John, Hook mostra seu valor conquistando a posição de Ventenar, e ganha comando sobre 20 homens de Sir John. Assim eles vão para França para tentar tomar o trono para seu dono de direito, o Rei Henrique da Inglaterra.

Bom gente, essa é a minha primeira resenha. Gostaria que comentassem para que eu possa melhorar nas outras. Eu não sei se estou fazendo certo. Espero as críticas.
Abraços, Thiago Theodorio!

2 comentários:

  1. Ahn, que legal, amor! *-*
    Assim que eu ler As crônicas de Artur, você me empresta? :B

    Ps: o blog é mesmo muito legal. Adorei.

    ResponderExcluir
  2. EHHHH!!!!!! Irmão!!!!
    Amei a resenha!!!!!!!!!!!
    Espero que essa seja a primeira de muuuuuuitas!!!

    ResponderExcluir
:) :( ;) :D :-/ :P :-O X( :7 B-) :-S :(( :)) :| :-B ~X( L-) (:| =D7 @-) :-w 7:P \m/ :-q :-bd

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...